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Freguesia

Freguesia (8)

terça-feira, 07 julho 2015 16:36

CALENDÁRIO DAS CONSULTAS MÉDICAS - JANEIRO 2016

Escrito por

Informam-se os utentes da Extensão de Saúde de Pombeiro da Beira, que a próxima consulta deverá realizar-se nos seguintes dias e horas:

02/02/2016

TERÇA – FEIRA (TARDE)

16/02/2016

TERÇA - FEIRA (TARDE)

23/02/2016

 TERÇA - FEIRA (TARDE)

segunda-feira, 22 dezembro 2014 16:59

Associações

Escrito por

Colectividades/ Associações Culturais e Recreativas

Fábrica da Igreja Paroquial de Pombeiro da Beira - comissão de cariz religioso constituição legalmente na década de 40.

Comissão de Melhoramentos da Freguesia de Pombeiro da Beira - fundada no ano de 1951, por iniciativa de um grupo de Pombeirenses residentes em Lisboa e que queriam ajudar no desenvolvimento e no progresso da sua terra natal.

Obras realizadas: Elaboração do projecto e comparticipação da electrificação da freguesia; Elaboração do projecto de construção de estrada de ligação entre Pombeiro da Beira e Arganil, tendo como impulsionador o Comendador José Lopes Ferreira, da Sarnadela; Abastecimento de água do lugar da Chapinheira; Reconstrução da Residência da Professora na Sarnadela; Construção de arruamento em Aveia em articulação com a Junta de Freguesia.

Comissão de Melhoramentos de Vilarinho do Alva - fundada no ano de 1954, por iniciativa de um grupo de naturais residentes em Lisboa.

 Obras realizadas: Reconstrução da Capela; Captação e abastecimento de água à população; Projecto de calcetamento da rua principal; Colaboração na electrificação pública; Abertura de estrada que liga a povoação a Sabouga; Remodelação do coreto e capela e outras infra-estruturas de apoio; Abertura de estradas e caminhos flrestais; Construção da Casa de Convivio/Sede.

Actividades em curso: Organização de actividades de cariz recreativo e cultural.

Comissão de Melhoramentos do Casal do Frade - terá sido fundada nos anos 30, oficializada em 1955, por iniciativa de um grupo de naturais a residir em Lisboa.

Associação da Comissão de Moradores do Salgueiral - fundada no ano de 1975.

 Obras realizadas: Construção da Casa de Convivio/Sede; lavadouro público; colaboração na obra do abastecimento de água ao domicilio; prolongamento da rede eléctrica e arranjo de caminhos e arruamentos.

Associação Recreativa e Cultural da Sarnadela - fundada no ano de 1982, por iniciativa de um grupo de naturais.

 Obras realizadas: Construção da "Casa de Convivio de Sarnadela"/Sede.

Comissão de Melhoramentos de Couços, Eira-Velha e Alcaria - fundada no ano de 1988.

 Obras realizadas: Aquisição de terreno e construção da Casa de Convivio/Sede; reparação de alguns arruamentos e caminhos.

Associação de Melhoramentos de Covais - fundada a 7 de Junho de 2004

 Obras realizadas: Recuperação da Escola Primária para sede da Associação e espaço de convívio.

Associação Juvenil "Os Columbinos" - fundada no ano de 1992, por iniciativa de um grupo de jovens Pombeirenses.

 Obras realizadas: Construção do pavilhão Polidesportivo da Freguesia.

Actividades em curso: Organização de actividades culturais, recreativas, desportivas a nivel da freguesia; Concurso de Pesca Desportiva de rio; Programa de OTL; projecto com as Escolas/Colectividades/Autarquias.

Rancho Infantil e Juvenil "Columbinos" da Freguesia de Pombeiro da Beira - grupo constituído em Março de 2001 e a primeira actuação oficial ocorreu a 12 de Maio do mesmo ano.

  O Rancho Infantil e Juvenil Columbinos, pertence à freguesia de Pombeiro da Beira, concelho de Arganil, distrito de Coimbra. O seu nome "Columbinos", foi rebuscado nas raízes da história da nossa terra atribuídas aos romanos e/ou lusitanos, uma vez que a sede de freguesia, Pombeiro da Beira, se situa no "monte Columbino". Este rancho foifundado em Março de 2001, em consequência de uma forte e rica tradição folclórica do povo da nossa terra, tendo na década de cinquenta o Rancho Folclórico Estrelas da Arroça feito as "honras da casa" com várias actuações até à sua extinção na década de sessenta. Com esforço, conjugado com algumas boas vontades, nomeadamente do grupo de pessoas liderado pelo Dr. Avelino Pedroso, presidente da Junta de Freguesia de então e dos jovens dos vários lugares da freguesia, que tendo em comum um enorme gosto em manter as tradições, usos e costumes da região, decidiram-se juntar-se e desse modo formar algo que representasse esses seus interesses.   Contaram com o precioso apoio dos seus pais, que desde logo se dispuseram a participar. E assim se deu inicio ao Rancho, ao qual se juntou um grupo de pessoas rodadas nestas andanças. Teve a sua primeira actuação em palco no dia 12 de Maio, por ocasião da Festa da Freguesia/Feira de Maio organizada pela Junta de Freguesia, sendo apadrinhado pelos conterrâneos Maria Odete dos Prazeres Ferreira, de Pombeiro da Beira e pelo saudoso conterrâneo António Lopes do Vale Diogo, não tendo parado com as suas recolhas de cantares, músicas, danças, usos e costumes pelos 31 lugares que constituem a freguesia. Os cantares predominantemente da nossa região sãodançados quase sempre à roda, destacando-se os temas da amizade, saudade o encanto e desencanto amoroso, as preces das romarias, as brincadeiras, o passado da aldeia, nos terreiros, nas eiras e a caminho das romarias.   Usando os trajes típicos da Beira, com saias pelos artelhos e tradicionais tamancos, que tentam representar aspectos relacionados com as nossas actividades, vivências e características sócio-económicas. Tantas as raparigas, como os rapazes usam trajes do campo, assim como os trajes domingueiros, de irem às feiras e romarias, os meninos da escola, tal como os noivos usam o devido traje para o seu casamento. Trajos do campo, característicos de artes e ofícios, e do ricos, oriundos da burguesi,  representando o Visconde e a Viscondessa de Pombeiro. Tem actuado em vários Festivais de Folclore, do Minho ao Algarve, e em festas e romarias da região. Realiza todos os anos um Festival de Folclore, em Pombeiro da Beira, no inicio de Junho.

segunda-feira, 22 dezembro 2014 14:28

Heráldica

Escrito por

Brasão de Pombeira da Beira

Os símbolos Heráldicos da Freguesia foram criados em 1996 e pretendem simbolizar

 

Duas cunhas, de azul- os Senhores de Pombeiro;

Pinheiro arrancado, de Verde- os pinhais;

Dois pombos a ladearem o pinheiro, de verde- Pombeiro (criação de viveiros de pombos);

Dois montes, de vermelho- alusão a arcos e colunas dóricas de cantaria extraída da serra de Sabouga;

A coroa mural de quatro torres de prata- por ser Vila.

BRAZAO

segunda-feira, 22 dezembro 2014 12:51

Mapa da Freguesia

Escrito por

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segunda-feira, 22 dezembro 2014 12:17

Fotos Instalações

Escrito por
segunda-feira, 22 dezembro 2014 11:56

Horário de Funcionamento

Escrito por

Manhã - 9H00M ás 12H00M

Tarde - 14H00 ás 17H00

 

Atendimento pelo Executivo

Segundas Feiras das 18H30M - 19H30M

 

Tel: 235 296 496

email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Rua Visconde Sanches de Frias n.º 215

3300-318 Pombeiro da Beira

segunda-feira, 22 dezembro 2014 11:48

Executivo

Escrito por

indisponivel

Presidente

Luís Fernando das Neves Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

indisponivel

Secretário

António José Dias Branco

 

 

 

 

 

 

indisponivelTesoureiro
Manuel Rafael Aboim

segunda-feira, 25 agosto 2014 00:00

História da Terra

Escrito por

Formação do Senhorio de Pombeiro

     No último quartel do século XIII residia em Arganil D. Marinha Afonso, "descendente dos primeiros donatários e padroeiros de Arganil, Pombeiro e seus termos", com seu marido Fernão Rodrigues Redondo.
     Falecido o marido, foi aberto o testamento, como era natural, mas D. Marinha Afonso entregou a administração de toda a sua grande casa aos testamenteiros Fernão Lopes e Francisco Nunes e foi residir para Santarém, onde vivia seu cunhado Rodrigo Annes Redondo, no ano de 1205.
     Não tencionando voltar para Arganil, obteve mais tarde que o rei D. Afonso IV, a seu pedido, lhe desse determinadas rendas e o padroado da Igreja de S. Nicolau, de Santarém onde fez novo jazigo, "em troca dos direitos, terras e padroado de Arganil, Pombeiro e seus termos".
     Em 1354, o rei separou a jurisdição de Pombeiro da de Arganil, dividindo-a em dois senhorios, agregando o de Arganil ao dote de sua neta, a infanta D. Maria, que estava casada com D. Fernando de Aragão, ficando para si, com a jurisdição e posse do senhorio de Pombeiro.
     Em 1355 o mesmo rei, D. Afonso IV, doou-o a Martim Lourenço da Cunha, 1.º Senhor de Pombeiro. Sucede-lhe João Lourenço da Cunha que, por volta de 1368, casa com D. Leonor de Telles, que mais tarde vem a ser rainha, casando com el-rei D. Fernando.
     A 10 de Novembro de 1513, D. Manuel dá carta de foral a Pombeiro passando-o a vila, concedendo aos seus habitantes muitos privilégios. Entre outros, se contava o "de não servirem gratuitamente o senhor da terra com suas pessoas e cousas, tendo este de pagar qualquer objecto que necessite".
     A família dos Mateus da Cunha esteve à frente do senhorio de Pombeiro até ao princípio do séc. XVII, até que devido ao casamento, passa para os Castello Branco. É nesta altura que começa a decadência, visto que estes senhores eram de tal forma opulentos que desprezam este senhorio, levando-o à ruína.
Em 1876 este senhorio, outrora importante, estava completamente desfeito e ao encargo de rendeiros.

Breve resenha sobre os Cunhas, Senhores de Pombeiro, Condes de Pombeiro e Marqueses de Belas...

Foi 1.º Senhor de Pombeiro, Martim Lourenço da Cunha (o VII descendente de D. Guterre Pelayo), que era Senhor " dos lugares de Tôrres do Bairro e Villarinho de apar".


O 2.º Senhor de Pombeiro, João Lourenço da Cunha, foi casado com D. Leonor Telles de Menezes, mais tarde rainha por casamento com o rei D. Fernando.

O 3.º Senhor de Pombeiro foi D. Álvaro da Cunha.
...
O 5.º Senhor de Pombeiro, D. Artur da Cunha desanexou do senhorio Sanguinheda e Carapinha, para dar a seu irmão Simão da Cunha.

Foi 6.º Senhor de Pombeiro D. João Alvares da Cunha, a quem se devem as alfaias da igreja matriz.


O 7.º Senhor de Pombeiro, Mateus da Cunha, jaz em túmulo especial na capela-mor da igreja de Pombeiro.

...
À 9.ª Senhora de Pombeiro, D. Maria de Bryteiros da Cunha, se deve a reconstrução/ ampliação da igreja matriz de Pombeiro e a edificação do túmulo de seu pai.

...
Ao 11.º Senhor de Pombeiro, D. António Castello Branco da Cunha, se deve a edificação da igreja de S. Martinho da Cortiça.


Foi 1.º Conde de Pombeiro, D. Pedro de Castelo Branco da Cunha, Visconde de Castelo Branco (Sacavém), 12.º Senhor de Pombeiro, 7.º Senhor de Belas e de Sanguinheda.

...
1.ª Marquesa de Belas, D. Maria Rita de Castelo Branco Correia e Cunha, foi também 6.ª condessa de Pombeiro, 18.ª senhora de Pombeiro, 12.ª senhora de Belas e 14.ª do morgado de Castelo Branco.

...
O 10.º Conde de Pombeiro, D. António Maria de Castelo Branco Correia e Cunha de Vasconcelos e Sousa, filho do 4.º Marquês de Belas, nasceu em Lisboa em 21/04/1903.


Freguesia de Pombeiro da Beira

No distrito de Coimbra, concelho de Arganil ... 
POMBEIRO DA BEIRA, antiga vila, actualmente sede de freguesia, do concelho de Arganil, situada a oeste, e distando 13 Km da sede do concelho e comarca, entre a Serra de Sta. Quitéria, de 492 m de altitude, e a Albufeira das fronhas, na margem esquerda do rio Alva, confrontando com os concelhos de Góis e Vila Nova de Poiares, é constituída por 32 lugares dispersos numa área de 31,35 Km2, com uma população de cerca de 1300 habitantes.

Localização

Povoações


Alagoas, Alcaria, Aldeia-Nova, Arroça, Aveia, Azenha, Bufalhão, Casal do Frade, Castelo, Chapinheira, Chãs Grandes, Chãs Pequenas, Couços, Covais, Eira-Velha, Lomba, Murganheira, Picadoiro, Pombeiro da Beira, Portela do Vale Diogo, Póvoa da Rainha Santa, Priados, Ribeira da Aveia, Roda, Salgueiral, Sarnadela, Servo, Vale Além, Vale Diogo, Vale Maladão, Vale Monteiro, Vilarinho do Alva.


 
Artesanato

Tanoaria em Vale Diogo e Vale do Maladão (os melhores barris de Portugal para vinho e aguardente); Olaria (Olaria de barros pretos, outrora em Arroça e Chapinheira); Cestaria (Póvoa da Rainha Santa); Carpintaria; Tecelagem (de linho e tapeçaria de 'trapos'); Costura; Rendas e Bordados.


 
Gastronomia

Torresmos à moda de Sta. Quitéria; Arroz de fressura (de porco e de cabra); Chanfana de cabra  e de ovelha; Chispe de cabra (perna de cabra assada no forno e depois servida em fatias); para sobremesa arroz doce (com ovos) e  coscoreis (polvilhados com açúcar e canela). 
 

Locais a visitar na Freguesia de Pombeiro da Beira


  
Alto da Serra do Salgueiral/ Sta. Quitéria - com uma panorâmica extraordinária sobre as zonas circunvizinhas, nomeadamente, Mont'Alto, Serras do Açor, da Estrela, do Caramulo e da Lousã. E ainda permite desfrutar de uma vista geral sobre a albufeira da barragem das Fronhas, ímpar na região. Possuí óptimos circuitos pedestres e todo-o-terreno.

Barragem das Fronhas - possui óptimos acessos a partir da Roda e Covais para passeio e pesca.

Barreiras do Picadoiro - formações provocadas pela erosão de arenitos de cor branca e rosa, na estrada que liga a esta povoação ao fundo da Murganheira (EM 522).

Estrada de Priados, Ribeira e Aveia - dominando a barragem e a foz da ribeira da Aveia. 
  
Estrada de Casal do Frade a Servo e Alcaria - da zona ribeirinha à serra, com a belíssima povoação do Casal do Frade no sopé.

Monumentos - as jóias da freguesia.

        LENDAS DA TERRA

A RAIVA DO ALVA

Corre em Pombeiro da Beira uma velha história sobre uma disputa entre três rios portugueses nascidos na serra da Estrela: o Mondego, o Alva e o Zêzere.

Nascidos da mesma mãe, viviam os três irmãos, serpenteados pelas vertentes, tranquilos e alegres, amigos e companheiros. Passavam os seus dias mirando-se cada um na limpidez das águas dos outros e jogando às escondidas nas gargantas, furnas e sorvedouros da gigantesca mãe.

Certa tarde, porém, pela noitinha, envolveram-se em azeda discussão, ao que parece motivada por arrogância de valentias. Trovejaram rivalidades e prometeram-se romper as prisões de infância, acabando por desafiar-se para uma corrida cuja meta seria o corpo enormíssimo do mar: o primeiro que lá esbarrasse seria o melhor de todos os três!

Qual deles descobriria melhor o caminho? Qual conseguiria desenvolver maior barulho e força? Qual dos três seria o primeiro a oferecer as suas doces águas às salgadas águas do mar? Era o que iria ver-se!

O Mondego, astuto, forte e madrugador, levantou-se cedo e começou a correr brandamente para não fazer barulho. E sem levantar suspeita foi escorrendo desde as vizinhanças da Guarda, pelos territórios de Celorico, Gouveia, Manteigas, Canas de Senhorim.

Na raiva, onde os primos vieram cumprimentá-lo, robusteceu-se com eles e dali partiu na direcção de Coimbra, depois de ter atravessado ofegante as duas Beiras.

O Zêzere, porém, estava alerta, e, ao mesmo tempo que o Mondego o fez, começou a mover-se oculto no seu leito de penhascos, enquanto pôde. Foi direito a Manteigas, onde perdeu de vista o irmão. Passou também perto da Guarda, desceu correndo até ao Fundão e, de repente, desnorteou, obliquando para Pedrógão Grande. Quando deu por si, no meio daquela louca correria, tinha atravessado três regiões e estava ainda em Constância. Ai, cansado e desesperado, vendo-se perdido e sem hipótese de alcançar o mar, abraçou o Tejo e ofereceu-lhe as suas águas.

O Alva, poeta sonhador, entreteve a sua noite contemplando as estrelas. Adormeceu por fim, placidamente, confiado no seu génio, e quando acordou, estremunhado, era manhã alta. Olhou em volta e viu os irmãos correndo por lonjuras a perder de vista. Que fazer agora? Que imprevidente fora! Mas… remediar-se-ia o desastre! E o Alva atirou consigo de roldão pelos campos fora, rasgou furiosamente montanhas e rochedos, galgou despenhadeiros, bradou vinganças temerosas. E quando julgou estar a dois passos do triunfo… foi esbarrar com o Mondego, que há horas já lá ia, campos de Coimbra fora, em cata a Figueira, onde se lançaria no seio maternal do oceano, ganhando assim a tão discutida corrida.

O Alva esbravejou e com a sua furiosa zanga atirou-se ao irmão a ver se o lançava fora do leito. Quando se sentiu impotente ante a serenidade majestosa do outro, espumou de raiva. E o Mondego, rindo, engoliu-o de um trago.

Ao memorável local de encontro, a foz do Alva, passaram as gentes a chamar-lhe Raiva em memória deste caso "tremebundo".

In "Lendas Portuguesas" – Investigação, recolha e texto de Fernanda Fragão – Vol. 2. Amigos do Livro Editores.